<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>COASUL</title>
	<atom:link href="http://www.coasul.com.br/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.coasul.com.br</link>
	<description>Cooperativa Agroindustrial</description>
	<lastBuildDate>Wed, 22 Feb 2012 11:07:09 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.0.1</generator>
		<item>
		<title>Coasul realiza A.G.O 2012</title>
		<link>http://www.coasul.com.br/coasul-realiza-a-g-o-2012/</link>
		<comments>http://www.coasul.com.br/coasul-realiza-a-g-o-2012/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 20 Feb 2012 16:44:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Assessoria MKT</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cooperativismo]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Social]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.coasul.com.br/?p=5276</guid>
		<description><![CDATA[Foi realizada na tarde de sexta-feira, dia 17 de fevereiro, a Assembleia Geral Ordinária 2012 da Coasul, nas dependências do armazém sementeiro da cooperativa. Estiveram presentes mais de 1.400 pessoas, entre cooperados, seus familiares, autoridades e colaboradores da cooperativa, que presenciaram a prestação de contas referente ao ano de 2011, a apresentação das principais realizações [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Foi realizada na tarde de sexta-feira, dia 17 de fevereiro, a Assembleia Geral Ordinária 2012 da Coasul, nas dependências do armazém sementeiro da cooperativa.</p>
<p>Estiveram presentes mais de 1.400 pessoas, entre cooperados, seus familiares, autoridades e colaboradores da cooperativa, que presenciaram a prestação de contas referente ao ano de 2011, a apresentação das principais realizações do ano passado, as metas estabelecidas para o ano de 2012 e a eleição do novo conselho fiscal da Coasul, com mandato até a assembleia de 2013.</p>
<p>A Coasul fechou o ano de 2012 contando com 5.178 cooperados, nos 20 municípios de sua área de ação. O faturamento da cooperativa passou a marca dos R$ 546 milhões e uma geração de impostos e tributos municipais, estaduais e municipais na ordem de R$ 27 milhões. Um recorde na geração de empregos foi anunciado, com o fechamento do ano de 2011 com 1.488 empregados diretos, contando todas as unidades da cooperativa.</p>
<p>Outro grande destaque da apresentação foram os números do desempenho da Unidade Industrial de Aves em seu primeiro ano de operação. A produção de carne de frango seguiu um plano de crescimento desde o início, chegando a abater mais de 80 mil aves por dia ainda em 2011. Esse volume produtivo já garantiu o ponto de equilíbrio da indústria, que passa agora a gerar os primeiros resultados positivos.</p>
<p>O Conselho Fiscal foi renovado com a eleição de novos conselheiros. O novo conselho, para o ano de 2012 é composto pelos membros: Dino Comiran (São João), Edionei Morona (São Jorge d’Oeste), Mauro Weissheimer (Chopinzinho), Franquelin Dezengrini (Reg de Rio Bonito e Porto Barreiro), Leoclinio Brufatti (Reg de Fco Beltrão) e Ivar Inácio Klock (Sulina).</p>
<div style="text-align:left; margin: 0px 0px 0px 0px;" class="pfButton"><a href="http://www.coasul.com.br/coasul-realiza-a-g-o-2012/?pfstyle=wp" style="color: #666666;"><img class="printfriendly" src="http://cdn.printfriendly.com/pf-icon-small.gif" alt="Print Friendly"/><span style="font-size:12px; margin-left:3px; color: #666666;">Versão para Impressão</span></a></div><br/>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.coasul.com.br/coasul-realiza-a-g-o-2012/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Momento Coasul 18/02/2012</title>
		<link>http://www.coasul.com.br/momento-coasul-18022012/</link>
		<comments>http://www.coasul.com.br/momento-coasul-18022012/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 17 Feb 2012 19:06:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Assessoria MKT</dc:creator>
				<category><![CDATA[Radio Web]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.coasul.com.br/?p=5261</guid>
		<description><![CDATA[Confira neste programa: Coasul: Assembleia Geral Ordinaria 2012; Clique para ouvir Versão para Impressão]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Confira neste programa:</p>
<ul>
<li>Coasul: Assembleia Geral Ordinaria 2012;</li>
</ul>
<p><a class="wpaudio" href="http://www.coasul.com.br/wp-content/uploads/2012/02/coasul_18022012.mp3">Clique para ouvir</a></p>
<div style="text-align:left; margin: 0px 0px 0px 0px;" class="pfButton"><a href="http://www.coasul.com.br/momento-coasul-18022012/?pfstyle=wp" style="color: #666666;"><img class="printfriendly" src="http://cdn.printfriendly.com/pf-icon-small.gif" alt="Print Friendly"/><span style="font-size:12px; margin-left:3px; color: #666666;">Versão para Impressão</span></a></div><br/>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.coasul.com.br/momento-coasul-18022012/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
<enclosure url="http://www.coasul.com.br/wp-content/uploads/2012/02/coasul_18022012.mp3" length="3365216" type="audio/mpeg" />
		</item>
		<item>
		<title>Momento Coasul 11/02/2012</title>
		<link>http://www.coasul.com.br/momento-coasul-11022012/</link>
		<comments>http://www.coasul.com.br/momento-coasul-11022012/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 10 Feb 2012 11:16:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Assessoria MKT</dc:creator>
				<category><![CDATA[Radio Web]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.coasul.com.br/?p=5253</guid>
		<description><![CDATA[Confira neste programa: Coasul se prepara para sua Assembleia Geral Ordinaria 2012; Reuniões de comitês e pré-assembleias aconteceram em toda a área de ação da Coasul; Cooperados da Coasul visitam o Show Rural Coopavel, em Cascavel &#8211; PR; LeVida na sua mesa: Asas de frango LeVida ao molho picante de laranja. Clique para ouvir Versão [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Confira neste programa:</p>
<ul>
<li>Coasul se prepara para sua Assembleia Geral Ordinaria 2012;</li>
<li>Reuniões de comitês e pré-assembleias aconteceram em toda a área de ação da Coasul;</li>
<li>Cooperados da Coasul visitam o Show Rural Coopavel, em Cascavel &#8211; PR;</li>
<li>LeVida na sua mesa: Asas de frango LeVida ao molho picante de laranja.</li>
</ul>
<p><a class="wpaudio" href="http://www.coasul.com.br/wp-content/uploads/2012/02/coasul_11022012.mp3">Clique para ouvir</a></p>
<div style="text-align:left; margin: 0px 0px 0px 0px;" class="pfButton"><a href="http://www.coasul.com.br/momento-coasul-11022012/?pfstyle=wp" style="color: #666666;"><img class="printfriendly" src="http://cdn.printfriendly.com/pf-icon-small.gif" alt="Print Friendly"/><span style="font-size:12px; margin-left:3px; color: #666666;">Versão para Impressão</span></a></div><br/>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.coasul.com.br/momento-coasul-11022012/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
<enclosure url="http://www.coasul.com.br/wp-content/uploads/2012/02/coasul_11022012.mp3" length="6164587" type="audio/mpeg" />
		</item>
		<item>
		<title>Momento Coasul &#8211; 04/02/2012</title>
		<link>http://www.coasul.com.br/momento-coasul-04022012/</link>
		<comments>http://www.coasul.com.br/momento-coasul-04022012/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 03 Feb 2012 16:44:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ass. Imprensa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Radio Web]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.coasul.com.br/?p=5250</guid>
		<description><![CDATA[Confira neste programa: Coasul inicia exportação; LeVida na sua mesa: Frango em camadas. Clique para ouvir Versão para Impressão]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Confira neste programa:</p>
<ul>
<li>Coasul inicia exportação;</li>
<li>LeVida na sua mesa: Frango em camadas.</li>
</ul>
<p><a class="wpaudio" href="http://www.coasul.com.br/wp-content/uploads/2012/02/coasul-_04022012.mp3">Clique para ouvir</a></p>
<div style="text-align:left; margin: 0px 0px 0px 0px;" class="pfButton"><a href="http://www.coasul.com.br/momento-coasul-04022012/?pfstyle=wp" style="color: #666666;"><img class="printfriendly" src="http://cdn.printfriendly.com/pf-icon-small.gif" alt="Print Friendly"/><span style="font-size:12px; margin-left:3px; color: #666666;">Versão para Impressão</span></a></div><br/>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.coasul.com.br/momento-coasul-04022012/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
<enclosure url="http://www.coasul.com.br/wp-content/uploads/2012/02/coasul-_04022012.mp3" length="4569655" type="audio/mpeg" />
		</item>
		<item>
		<title>Até 2021, produção avícola brasileira cresce 2,38% ao ano</title>
		<link>http://www.coasul.com.br/ate-2021-producao-avicola-brasileira-cresce-238-ao-ano/</link>
		<comments>http://www.coasul.com.br/ate-2021-producao-avicola-brasileira-cresce-238-ao-ano/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 02 Feb 2012 10:32:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ass. Imprensa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Avicultura]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.coasul.com.br/?p=5246</guid>
		<description><![CDATA[Em trabalho no qual avalia o desempenho recente e as tendências da avicultura de corte na América do Sul, o Departamento de Agricultura dos EUA (USDA) estima que em 2021 estarão sendo produzidas no continente mais de 20 milhões de toneladas das carnes de frango e de peru (frango: cerca de 97% do total), volume [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em trabalho no qual avalia o desempenho recente e as tendências da avicultura de corte na América do Sul, o Departamento de Agricultura dos EUA (USDA) estima que em 2021 estarão sendo produzidas no continente mais de 20 milhões de toneladas das carnes de frango e de peru (frango: cerca de 97% do total), volume 28% maior que o estimado para 2010 (15,781 milhões de toneladas).</p>
<p>Nesse total, a participação brasileira será de pouco mais de 76%, o que corresponde a um aumento de 0,76 ponto percentual sobre o índice de participação de 2010. A participação da Argentina também aumentará aproximadamente nos mesmos níveis (cerca de 1 ponto percentual). Mas enquanto esse índice se traduz por um aumento acumulado de 41,7% na produção da Argentina (de 2010 para 2021), na produção do Brasil representa aumento de 29,6%.</p>
<p>Isso, em outras palavras, significa expansão média de 3,22% ao ano para a produção argentina e de não mais que 2,38% ao ano para a produção brasileira.</p>
<p>Coincidentemente ou não, é (ainda que aproximadamente) o mesmo nível apontado pelo Presidente da UBABEF, Francisco Turra, para 2012: “em função da crise internacional, um crescimento moderado, em torno de 2%, tanto na produção como na exportação”.</p>
<p>Avisite</p>
<div style="text-align:left; margin: 0px 0px 0px 0px;" class="pfButton"><a href="http://www.coasul.com.br/ate-2021-producao-avicola-brasileira-cresce-238-ao-ano/?pfstyle=wp" style="color: #666666;"><img class="printfriendly" src="http://cdn.printfriendly.com/pf-icon-small.gif" alt="Print Friendly"/><span style="font-size:12px; margin-left:3px; color: #666666;">Versão para Impressão</span></a></div><br/>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.coasul.com.br/ate-2021-producao-avicola-brasileira-cresce-238-ao-ano/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Tempo seco favorece a colheita no Paraná</title>
		<link>http://www.coasul.com.br/tempo-seco-favorece-a-colheita-no-parana/</link>
		<comments>http://www.coasul.com.br/tempo-seco-favorece-a-colheita-no-parana/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 02 Feb 2012 10:31:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ass. Imprensa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.coasul.com.br/?p=5243</guid>
		<description><![CDATA[O tempo favoreceu e, com um início de semana sem chuvas, os produtores paranaenses estão acelerando a colheita da safra de verão. De acordo com o Departamento de Economia Rural (Deral) da Secretaria de Agricultura do Paraná (Seab), até o momento 6% da soja e 4% do milho já foram colhidos. A colheita, que no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O tempo favoreceu e, com um início de semana sem chuvas, os produtores paranaenses estão acelerando a colheita da safra de verão. De acordo com o Departamento de Economia Rural (Deral) da Secretaria de Agricultura do Paraná (Seab), até o momento 6% da soja e 4% do milho já foram colhidos.<br />
A colheita, que no momento está concentrada no Oeste do Estado, está antecipada em relação à última safra. Os trabalhos também seguem adiantados nos municípios atendidos pela Cooperativa Integrada na região. Em Ubiratã, por exemplo, a área de soja colhida supera os 20%.</p>
<p>“Nesta mesma época do ano passado, de maneira geral, ainda não havia tantas áreas colhidas. Isso se deve ao plantio da soja, que foi antecipado em muitos locais, e ao uso de híbridos de milho e cultivares de soja precoces e super precoces, de ciclo mais curto”, explica Margorete Demarchi, engenheira agrônoma do Deral. Segundo ela, a estiagem no mês de dezembro também interferiu no desenvolvimento das lavouras, encurtando o ciclo e contribuindo com essa antecipação.</p>
<p>A colheita na área de atuação da Cooperativa Integrada no Oeste do Paraná segue em ritmo acelerado. Em Goioerê, também na região Oeste, os trabalhos estão começando e o pico de colheita deverá acontecer nos próximos dias. Até o momento, 15% das lavouras de soja já foram colhidas no município.<br />
Com a colheita concluída em muitas áreas, começa agora o plantio da safra de inverno. Junho é um mês crítico para geadas no Paraná. Os produtores da região colhem soja e já entram plantando o milho. “O pessoal aqui costuma dizer que usam a plantadeira empurrando a colheitadeira”, lembra Amauri Orlando, gerente da Integrada em Ubiratã. Na Regional, o plantio do milho safrinha começou em meados de janeiro e, se não houver problemas com o clima, até o dia 20 de fevereiro deverá estar concluído.</p>
<p>Agrolink com informações de assessoria</p>
<div style="text-align:left; margin: 0px 0px 0px 0px;" class="pfButton"><a href="http://www.coasul.com.br/tempo-seco-favorece-a-colheita-no-parana/?pfstyle=wp" style="color: #666666;"><img class="printfriendly" src="http://cdn.printfriendly.com/pf-icon-small.gif" alt="Print Friendly"/><span style="font-size:12px; margin-left:3px; color: #666666;">Versão para Impressão</span></a></div><br/>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.coasul.com.br/tempo-seco-favorece-a-colheita-no-parana/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Produtor de leite ainda tem tempo para produzir silagem</title>
		<link>http://www.coasul.com.br/produtor-de-leite-ainda-tem-tempo-para-produzir-silagem/</link>
		<comments>http://www.coasul.com.br/produtor-de-leite-ainda-tem-tempo-para-produzir-silagem/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 01 Feb 2012 11:53:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ass. Imprensa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nutrição Animal]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.coasul.com.br/?p=5239</guid>
		<description><![CDATA[O período chuvoso representa alívio para muitos produtores de leite que vêem seus pastos verdes e em boas condições de alimentar o gado. O momento de aparente tranquilidade, entretanto, deve ser aproveitado para desenvolver ações visando à redução dos problemas durante a seca. O planejamento para soluções como a recuperação de pastagens degradadas deve ser [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O período chuvoso representa alívio para muitos produtores de leite que vêem seus pastos verdes e em boas condições de alimentar o gado. O momento de aparente tranquilidade, entretanto, deve ser aproveitado para desenvolver ações visando à redução dos problemas durante a seca.<br />
O planejamento para soluções como a recuperação de pastagens degradadas deve ser feito ainda durante a seca, uma vez que a reforma de pastos deve começar logo no início das águas. O mesmo ocorre com o plantio da cana, pois o canavial plantado nas chuvas só poderá ser utilizado na alimentação animal dentro de 12 a 18 meses.<br />
Para aqueles produtores que não fizeram o planejamento antecipado, entretanto, ainda há uma possibilidade viável para complementar a nutrição do gado durante a seca: a silagem.<br />
Confira na entrevista com a pesquisadora da Embrapa Agrossilvipastoril, Roberta Carnevalli, mais informações sobre a produção de silagem para gado de leite.Já estamos na metade do período chuvoso, ainda é possível fazer o plantio de milho para silagem?Roberta Carnevalli &#8211; Ainda dá sim para aproveitar o período que chamamos de safrinha. Até no máximo o meio de fevereiro ainda dá para plantar o milho e colher no fim de março, começo de abril.O produtor que não se planejou antes e não tomou providências para a suplementação da alimentação dos animais na seca ainda tem uma possibilidade viável?<br />
RC &#8211; Exatamente. Você tem ainda a possibilidade de plantar cana e colher esta cana com um ano e meio. Planta até o fim de março para colher na seca do ano seguinte. O milho ainda dá para tirar a safrinha. A pastagem ainda dá para formar uma boa pastagem plantando nesta época, mas está em último prazo.Como deve ser feito o plantio do milho para silagem? Milho solteiro ou já consorciado com pastagem?RC &#8211; Isto depende do objetivo do produtor e do maquinário que ele tem. Se ele tem maior possibilidade de fazer plantio direto, já faz o plantio com a pastagem, com alguma espécie de braquiária. Ele vai fazer o plantio já prevendo que vai utilizar esta pastagem no período da seca e vai fazer o plantio direto no ano seguinte. Agora, há produtores que não têm maquinário para plantio direto, então eles ainda têm de fazer a aração e gradagem para o plantio convencional. O interessante é que o produtor e as prefeituras já se preparem para começar a trabalhar com plantio direto, que é mais interessante em função da pastagem e do não revolvimento do solo. Evita erosão e melhora a qualidade e produtividade do solo.<br />
O outro objetivo seria a reforma da pastagem. O produtor pode usar o plantio do milho ou do sorgo para fazer a reforma da pastagem. Ele colhe o milho ou o sorgo para a silagem e fica com o pasto. Após o plantio, em quanto tempo o produtor poderá fazer o ensilamento?<br />
RC &#8211; Isso varia conforme as condições climáticas. Para ter uma base, em torno de 90 dias. Mas, pode ter regiões onde se colha uma semana antes, dez dias antes&#8230; O mais provável, agora, é que se colha depois, com mais dez dias.Como saber o ponto de colheita?<br />
RC &#8211; O ponto de colheita é determinado pela quantidade de água na planta ou a quantidade de matéria seca. Se for avaliar a quantidade de água, é em torno de 67% de água. Ou 33% de matéria seca. Este é o ponto da ensilagem. Uma forma prática de determinar este ponto é avaliando o grão. O produtor pega, em alguns pontos, espigas médias, representativa da área dele, abre-a, quebra-a ao meio e verifica as condições. Se ele estiver muito leitoso, em ponto de pamonha e milho verde, ele ainda não está no ponto de silagem. Para detectar que está no ponto de silagem, ele tem de sentir a farinha. Espreme-se com a unha. O grão está mole, mas já sem leite, com uma farinha solta.Quais os tipos de silos que existem e o que determina a escolha?<br />
RC &#8211; Existem várias formas de ensilar. Você tem o silo de posso, que é o mais antigo. É como se fosse uma cisterna revestida, na qual o produtor vai colocando a silagem lá dentro e compactando. Este silo já caiu em desuso pela dificuldade de se tirar do poço. Evoluiu para um silo trincheira, no qual o produtor cava uma trincheira no chão, uma vala. Uns revestem, outros não. Mas também gera um custo tanto da escavação quanto do revestimento, assim, já não tem sido muito utilizado.<br />
Hoje, o que se usa é o silo de superfície. O produtor escolhe uma área onde não junta água, limpa aquela área e coloca a ensilagem ali mesmo, na superfície do solo. Além da questão do custo, isto facilita a mudança de lugar, caso mude o planejamento da fazenda, sem custo maior. Este silo de superfície tem sido mais recomendado.Qual o tamanho adequado para os silos?<br />
RC &#8211; É importante que os produtores não façam silos muito grandes. Ele deve dividir a porção de silagem dele em três a quatro áreas. Por quê? Porque toda vez que o silo é aberto, ele tem de ser utilizado por completo. Não se pode utilizar um silo aberto de um ano para o outro. É interessante que os silos sejam menores para que ele abra e consuma tudo. Se sobrar silo de um ano para o outro, ele deve sobrar lacrado.Quais os cuidados devem ser observados na ensilagem e no manejo do silo?<br />
RC &#8211; No processo de silagem, como qualquer processo de colheita, é fundamental o cuidado com as perdas. A ensilagem tem muitas fontes de perdas. Trator amassando ruas, a questão do descarregamento, desregulagem da máquina&#8230; O tamanho do picado tem de ser controlado. As partículas devem ter em média um centímetro. Agora, um ponto crucial na ensilagem é a compactação. O produtor tem de compactar até cansar e, quando achar que está bom, tem de compactar mais um pouco. A compactação é o fundamental para evitar perdas na fermentação. Se não fizer a compactação bem feita, terá ar dentro do material e este ar faz com que a silagem apodreça ao invés de conservar. Após ser feita a compactação, deve-se fazer uma boa vedação. Usar uma lona adequada. Normalmente utiliza-se lona de 200 micras de espessura, preta e branca para questão de absorção de calor. Esta é uma lona mais resistente, pois aquele silo ficará seis meses, um ano, dois anos na área. Depois de coberto com uma lona adequada, o produtor ainda irá enterrar as pontas com terra para evitar a entrada de água e de qualquer bicho e também irá jogar terra por cima do silo para que não formem bolsões de ar e apodreça silagem naqueles locais.É necessário grande investimento em maquinário para fazer a silagem?<br />
RC &#8211; Os maquinários dependem da escala que o produtor está trabalhando. Aquele produtor pequeno, que vai plantar um hectare, dois hectares de milho, pode trabalhar com ferramentas mais simples. Ele pode plantar com matraca, com tração animal. Ele pode cortar no facão e levar até sua ensiladeira estacionária e ali mesmo faz o silo. A compactação ele faz com pessoas pisando ou animais. Então ele pode fazer silo sem muito maquinário. Lógico que um produtor que vai trabalhar com dez, vinte, trinta hectares já não tem condições de fazer com este maquinário. Ele pode lançar mão de uso das patrulhas mecanizadas que têm nas prefeituras. A maioria das prefeituras de Mato Grosso possui patrulhas mecanizadas que conseguem fazer o plantio de áreas maiores e a colheita também. As prefeituras possuem ensiladeiras e carretas para fazer a colheita. Já os grandes produtores, eles se equipam com uma quantidade maior de máquinas.Qual a quantidade de silagem necessária para alimentar um animal adulto durante um ano?<br />
RC &#8211; O consumo de um animal varia em função de seu peso vivo. Podemos calcular que o consumo total de um animal varia entre 2% e 2,5%, ou até 3% se é uma vaca em lactação de alta produção. Descontando o que este animal consome de concentrado, a gente tem que um animal adulto vai consumir de 30 a 35 kg de silagem por dia. Por aí o produtor faz as contas de quanto seu rebanho precisa no período de seca. Há lugares em Mato Grosso que têm três meses de seca, outros que têm seis, sete. Então a quantidade consumida varia conforme o período.Quais os benefícios da complementação da alimentação com a silagem?<br />
RC &#8211; Considerando que vaca em lactação não produz leite comendo pasto seco, a grande vantagem é que ele vai ter uma vaca produzindo leite o ano todo. Você consegue manter com uma pastagem vedada e com concentrado animais sem estar em lactação ou uma novilha. Agora, vaca em lactação, ou você faz suplementação com cana-de-açúcar ou com silagem. Não tem outro jeito do animal produzir leite. Com a silagem, você terá uma produção mais constante ao longo do ano. Isto será bonificado pelo laticínio, que bonifica quem tem produção constante. O produtor ainda vai ter uma segurança alimentar dentro da fazenda, pois não terá animais morrendo de fome e sim produzindo e reproduzindo. Se o animal não estiver bem alimentado ele não reproduz.Qual o custo estimado para se produzir a silagem? Como o produtor tem o retorno deste investimento?<br />
RC &#8211; Isto vai variar de acordo com o que o produtor tem de investir em máquinas, se ele tem máquinas disponíveis na prefeitura, se ele tem de pagar horas/máquina. Normalmente o custo está associado com adubação, semente e com algum inseticida para lagarta e algum herbicida. O custo histórico da silagem é em torno de R$ 0,15 a R$ 0,18 por quilo de silagem, que ele tem já colocada no cocho. Já com todos os gastos inclusos. Mas vai variar em função do quanto ele está gastando para fazer aquele plantio e a colheita. Quanto mais ele produzir, menor será o custo. Mas ele consegue ter o retorno do investimento, com certeza, se ele tiver uma boa produção por área. Os animais vão dar o retorno ao produtor, uma vez que a silagem vai garantir pelo menos oito litros de leite por dia. Com o uso de concentrado, esta produção será ainda maior.E quanto à silagem com sorgo? É uma boa alternativa?<br />
RC &#8211; O sorgo é uma alternativa bastante interessante porque ele rebrota. O produtor que plantou sorgo vai ter uma produtividade muito semelhante à do milho na primeira colheita. É interessante que ele plante logo no início do período chuvoso para aproveitar as rebrotas. Após a primeira colheita, o produtor faz a adubação desta rebrota e ele terá uma nova colheita sem gastar com sementes. Em termos de qualidade, o sorgo é um pouquinho inferior ao milho, mas tem compensado por esta rebrota que, bem conduzida, produz cerca de 70% daquilo que ele colheu na safra. Dependendo do período de chuva, você ainda tem uma segunda rebrota que pode ser utilizada como pastejo animal. No caso de se fazer o plantio como safrinha, o sorgo é mais resistente ao déficit hídrico do que o milho. Se for uma região em que começa a faltar água a partir de fevereiro, o mais adequado seria o produtor plantar o sorgo.E qual o ponto de colheita do sorgo?<br />
RC &#8211; É um pouquinho anterior ao ponto de colheita do milho. O sorgo a gente colhe com o grão com um pouco mais de leite do que o milho, no ponto farináceo/leitoso. Se você deixar um pouco mais no campo, os passarinhos comem os grãos do sorgo, uma vez que eles ficam expostos. Além disso, tem a questão da moagem mesmo. Como o grão do sorgo é muito pequeno, ele acaba passando sem ser triturado, assim o aproveitamento não é tão bom. O ponto de colheita do sorgo é em torno de 30% de matéria seca, com o grão um pouco mais leitoso.Neste processo de ensilagem é importante que o produtor tenha o acompanhamento do técnico?RC &#8211; Com certeza. Toda vez que ele tiver o acompanhamento do técnico, a chance de errar é muito menor. Hoje já existem técnicos treinados no estado para detectar, para saber plantar, saber cultivar e identificar o ponto. Então, toda vez que o produtor tiver um técnico, seja ele da prefeitura, da Empaer, da cooperativa, ou da assistência técnica privada, a chance de errar é muito menor.</p>
<p>Embrapa Agrossilvipastoril</p>
<div style="text-align:left; margin: 0px 0px 0px 0px;" class="pfButton"><a href="http://www.coasul.com.br/produtor-de-leite-ainda-tem-tempo-para-produzir-silagem/?pfstyle=wp" style="color: #666666;"><img class="printfriendly" src="http://cdn.printfriendly.com/pf-icon-small.gif" alt="Print Friendly"/><span style="font-size:12px; margin-left:3px; color: #666666;">Versão para Impressão</span></a></div><br/>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.coasul.com.br/produtor-de-leite-ainda-tem-tempo-para-produzir-silagem/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Governo disponibiliza R$ 178 milhões para a compra de trigo</title>
		<link>http://www.coasul.com.br/governo-disponibiliza-r-178-milhoes-para-a-compra-de-trigo/</link>
		<comments>http://www.coasul.com.br/governo-disponibiliza-r-178-milhoes-para-a-compra-de-trigo/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 01 Feb 2012 11:52:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ass. Imprensa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.coasul.com.br/?p=5236</guid>
		<description><![CDATA[Operação beneficia São Paulo, Paraná e Rio Grande do Sul O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), por meio da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), aplicará R$ 178 milhões para a compra de até 380 mil toneladas de trigo, em fevereiro. O recurso foi aprovado pelo governo com o objetivo de contemplar a Política [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Operação beneficia São Paulo, Paraná e Rio Grande do Sul</p>
<p>O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), por meio da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), aplicará R$ 178 milhões para a compra de até 380 mil toneladas de trigo, em fevereiro. O recurso foi aprovado pelo governo com o objetivo de contemplar a Política de Garantia de Preço Mínimo (PGPM) para esse produto, por meio de Aquisição do Governo Federal (AGF).</p>
<p>A decisão contempla Rio Grande do Sul, Paraná e São Paulo, estados em que os preços estão abaixo do mínimo. Serão destinados R$ 105 milhões para a compra de 220 mil toneladas de trigo no Rio Grande do Sul, R$ 60 milhões para a aquisição de 126 mil toneladas no Paraná, e R$ 13 milhões para a compra de 25 mil toneladas em São Paulo. O ministério informa que esses números poderão ser ajustados de acordo com a demanda do mercado.</p>
<p>Segundo o secretário de Política Agrícola do Ministério, Caio Rocha, por meio desse mecanismo, as distorções de preços pagos ao produtor são corrigidas para garantir o sustento da renda, além de remuneração mínima da colheita. “É a continuação do apoio do governo aos produtores de trigo desses estados”, salientou Rocha.</p>
<p>Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento</p>
<div style="text-align:left; margin: 0px 0px 0px 0px;" class="pfButton"><a href="http://www.coasul.com.br/governo-disponibiliza-r-178-milhoes-para-a-compra-de-trigo/?pfstyle=wp" style="color: #666666;"><img class="printfriendly" src="http://cdn.printfriendly.com/pf-icon-small.gif" alt="Print Friendly"/><span style="font-size:12px; margin-left:3px; color: #666666;">Versão para Impressão</span></a></div><br/>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.coasul.com.br/governo-disponibiliza-r-178-milhoes-para-a-compra-de-trigo/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Brasil pode retomar terreno em exportação bovina em 2012</title>
		<link>http://www.coasul.com.br/brasil-pode-retomar-terreno-em-exportacao-bovina-em-2012/</link>
		<comments>http://www.coasul.com.br/brasil-pode-retomar-terreno-em-exportacao-bovina-em-2012/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 01 Feb 2012 11:50:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ass. Imprensa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.coasul.com.br/?p=5233</guid>
		<description><![CDATA[Fabíola Gomes SÃO PAULO Análise &#8211; O Brasil pode ser favorecido no mercado externo de carne bovina em 2012, ante a expectativa de boa demanda global e aumento da disponibilidade local de animais, recuperando participação depois de um ano de acirrada disputa com seus principais concorrentes, os Estados Unidos e a Austrália, avaliam especialistas do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Fabíola Gomes</p>
<p>SÃO PAULO</p>
<p>Análise &#8211; O Brasil pode ser favorecido no mercado externo de carne bovina em 2012, ante a expectativa de boa demanda global e aumento da disponibilidade local de animais, recuperando participação depois de um ano de acirrada disputa com seus principais concorrentes, os Estados Unidos e a Austrália, avaliam especialistas do setor.</p>
<p>A expectativa do aumento da oferta de animais para abate no Brasil representa uma grande chance para o país exportar, o que somente não se cumprirá em caso de agravamento da crise na Europa, por seu impacto direto na demanda, observa Maurício Nogueira, diretor executivo da Bigma Consultoria.</p>
<p>Em 2011, o Brasil exportou 1,09 milhão de toneladas métricas de carne bovina, volume quase 11 por cento menor se comparado ao ano anterior.</p>
<p>Nogueira observa que até novembro do ano passado, dado mais recente do governo norte-americano, as exportações dos EUA cresceram mais de 20 por cento, para 1,17 milhão de toneladas métricas.</p>
<p>&#8220;Se em dezembro o ritmo (de exportações) for mantido, os americanos terão passado o Brasil em toneladas métricas e equivalente carcaça&#8221;, estima o diretor da Bigma.</p>
<p>O cenário é mais favorável em 2012. &#8220;O Brasil recupera volume este ano. A expectativa é recuperar mercado em 2012&#8230; a Europa já flexibilizou&#8221;, disse Nogueira, em referência à decisão do bloco europeu de transferir para o Brasil a listagem das fazendas habilitadas a exportar para a UE.</p>
<p>Neste cenário, diz Nogueira, o Brasil cresce absorvendo fatia de outros países, com mais dificuldades para elevar a oferta de carne no curto prazo. E cita o caso dos Estados Unidos, cujo rebanho atingiu o menor nível em décadas, depois de elevar fortemente o abate, inclusive de matrizes, nos últimos anos.</p>
<p>Dados do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) da última semana indicam que o rebanho atingiu o menor nível em mais de seis décadas, depois que uma seca devastadora puxou custos de produçao e levou ao aumento dos abates no país.</p>
<p>Segundo o USDA, este é o quinto ano consecutivo de redução no rebanho dos EUA, que até 1o de janeiro era de 90,77 milhões de cabeças, queda de 2 por cento ante um ano atrás.</p>
<p>Este aumento expressivo no abate norte-americano, em meio à crise que afetou a demanda interna, implicou aumento das exportações em 2011, levando o Brasil a perder participação no mercado global de carne bovina.</p>
<p>LIMITES</p>
<p>&#8220;O mercado mundial deve estar demandante&#8230; e o Brasil poderá suprir parte desta demanda, mas existe um limite&#8221;, disse Wander Sousa, analista do setor para a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).</p>
<p>O analista pondera que o país ainda não tem plena oferta de animais, porque ainda sente os efeitos do abate de matrizes entre 2006 e 2007, em meio aos baixos preços do período.</p>
<p>Em 2010 e 2011, os preços da carne bovina no mercado interno permaneceram elevados por conta da baixa disponibilidade de animais prontos para o abate.</p>
<p>O analista da Pasturas, Fernando Penteado, aponta outro fator limitante para o Brasil cobrir espaço eventualmente deixado pelos Estados Unidos: acesso a mercados.</p>
<p>&#8220;O Brasil ainda atende principalmente a periferia do mercado mundial&#8230; são mercados que pagam menos&#8221;, disse Penteado.</p>
<p>MERCADOS</p>
<p>O diretor executivo da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec), Fernando Sampaio, reconhece que o Brasil não tem acesso a dois importantes mercados dos EUA, Japão e Coreia do Sul, que pagam melhor por cortes mais nobres.</p>
<p>No entanto, considera que, no prazo mais longo, o Brasil é o país que tem escala e condição de aumentar a produção, uma vez que os EUA têm esta diminuição do rebanho, a Austrália enfrenta limitações em área produtiva e a Argentina, problemas com restrições governamentais.</p>
<p>Ele explica que a indústria vem trabalhando para ter acesso a mais mercados, entre estes estão justamente os Estados Unidos, para onde a Abiec tem a expectativa de vender carne in natura.</p>
<p>A negociação é parte do acordo firmado depois que o Brasil venceu o contencioso na Organização Mundial do Comércio (OMC)contra os subsídios dos EUA concedidos aos produtores de algodão.</p>
<p>Uma das cláusulas deste acordo previa que os norte-americanos concluíssem a análise de risco para entrada de carne in natura brasileira no país. O processo deve entrar em consulta pública para receber eventuais sugestões de partes interessadas e só então definir regras de importação.</p>
<p>Reuters</p>
<div style="text-align:left; margin: 0px 0px 0px 0px;" class="pfButton"><a href="http://www.coasul.com.br/brasil-pode-retomar-terreno-em-exportacao-bovina-em-2012/?pfstyle=wp" style="color: #666666;"><img class="printfriendly" src="http://cdn.printfriendly.com/pf-icon-small.gif" alt="Print Friendly"/><span style="font-size:12px; margin-left:3px; color: #666666;">Versão para Impressão</span></a></div><br/>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.coasul.com.br/brasil-pode-retomar-terreno-em-exportacao-bovina-em-2012/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Problema no pasto aumenta gasto com ração animal</title>
		<link>http://www.coasul.com.br/problema-no-pasto-aumenta-gasto-com-racao-animal/</link>
		<comments>http://www.coasul.com.br/problema-no-pasto-aumenta-gasto-com-racao-animal/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 31 Jan 2012 10:38:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ass. Imprensa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nutrição Animal]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.coasul.com.br/?p=5230</guid>
		<description><![CDATA[Carlos Guimarães Filho Os produtores de leite do Paraná estão refazendo suas contas após a seca. Com o problema de crescimento dos pastos e a tendência de valorização das cotações da soja e do milho – principais componentes da ração animal – os pecuaristas estão sendo obrigados a gastar mais do que o previsto com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Carlos Guimarães Filho</p>
<p>Os produtores de leite do Paraná estão refazendo suas contas após a seca. Com o problema de crescimento dos pastos e a tendência de valorização das cotações da soja e do milho – principais componentes da ração animal – os pecuaristas estão sendo obrigados a gastar mais do que o previsto com a nutrição dos animais. A esperança do setor é que os preços do produto também se valorizem assim que a redução da produção seja consolidada. “A ex­­pectativa de aumento do preço existe, mas sem previsão real do mercado”, diz Haroldo Farinon, que há 11 anos trabalha com leite. Atualmente, Farinon recebe R$ 0,80 por litro pago pela empresa Laticínios Novo Horizonte, onde entrega a sua produção. Dono de 250 hectares plantados com milho, o produtor se prepara para utilizar parte da produção para suprir o consumo interno de ração dos animais. Mesmo assim, ele calcula que o custo de produção será elevado em 15%.</p>
<p>O presidente da comissão de bovinocultura de leite da Faep, Ronei Volpi, acredita, no entanto que se ocorrer o desequilíbrio do setor, onde a oferta não acompanhe a demanda, o preço do leite pode sofrer reajuste para cima “O impacto é grande. A alta do leite pode ser acima da inflação”, destaca Volpi. Também existe a possibilidade de que o consumidor final pague parte do aumento da conta em função dos problemas gerados pelo fenômeno La Niña</p>
<p>Responsáveis pelo recebimento e remuneração dos volumes de leite, as indústrias de laticínios sinalizam “o aumento do custo precisa ser absorvido pelo produtor”, alerta Eldo Lauro Ber­­ger, gerente do departamento de pecuária da Cooperativa Batavo, no Campos Gerais.</p>
<p>Gazeta do Povo</p>
<div style="text-align:left; margin: 0px 0px 0px 0px;" class="pfButton"><a href="http://www.coasul.com.br/problema-no-pasto-aumenta-gasto-com-racao-animal/?pfstyle=wp" style="color: #666666;"><img class="printfriendly" src="http://cdn.printfriendly.com/pf-icon-small.gif" alt="Print Friendly"/><span style="font-size:12px; margin-left:3px; color: #666666;">Versão para Impressão</span></a></div><br/>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.coasul.com.br/problema-no-pasto-aumenta-gasto-com-racao-animal/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

